terça-feira, 20 de abril de 2010

Noticias sobre o mundo

Três crateras do vulcão islandês em erupção continuam a expelir cinzas, sendo que as nuvens formadas são mais pequenas e mais claras do que nos dias anteriores.
Segundo um comunicado da polícia da Islândia “a actividade vulcânica continua a ser considerável no local e três crateras, aparentemente separadas, continuam em erupção”. A guarda-costeira islandesa e especialistas deslocaram-se ao local para avaliar a erupção.
As autoridades islandesas não falam da nova nuvem de cinzas que as autoridades aeronáuticas britânicas (NATS) dizem ter detectado em deslocação para o espaço aéreo britânico. E, ao contrário do que diz a NATS quanto a uma intensificação da erupção, os especialistas islandeses afirmam que o vulcão parece estar a acalmar e a produzir muito menos cinzas.
Os especialistas dizem que as primeiras projecções de lava podem indicar que o vulcão vai deixar de expelir cinzas e que a nuvem, que desde quinta-feira passada está a paralisar o tráfego aéreo na Europa, se dissipe rapidamente.

Noticias sobre o mundo

Sobre o rio Tejo, ao largo de Santa Apolónia, registou-se no passado dia 15 de Abril uma tromba de água, num dia em que treze distritos de Portugal Continental e o arquipélago da Madeira foram colocados em aviso amarelo devido à previsão de chuva, trovoada e vento.
O aviso amarelo, o segundo numa escala ascendente de quatro, em termos de gravidade da situação meteorológica, foi emitido pelo Instituto de Meteorologia para todos os distritos à excepção da região norte do país, acima do distrito do Porto.
O Instituto de Meteorologia (IM) explicou à agência Lusa que uma "depressão entre o arquipélago da Madeira e o território do Continente" está a provocar grande instabilidade.
Sobre a tromba de água que se registou no rio Tejo, a meteorologista não afastou a possibilidade de o episódio se repetir, por serem "situações de muito difícil previsão". "De acordo com os registos que tivemos, [a tromba de água] formou-se e dissipou-se no rio Tejo, foi muito rápido", acrescentou.
A meteorologista explicou que este fenómeno "é igual" a um tornado, tendo uma designação diferente por ter ocorrido no mar.