terça-feira, 20 de abril de 2010

Noticias sobre o mundo

Três crateras do vulcão islandês em erupção continuam a expelir cinzas, sendo que as nuvens formadas são mais pequenas e mais claras do que nos dias anteriores.
Segundo um comunicado da polícia da Islândia “a actividade vulcânica continua a ser considerável no local e três crateras, aparentemente separadas, continuam em erupção”. A guarda-costeira islandesa e especialistas deslocaram-se ao local para avaliar a erupção.
As autoridades islandesas não falam da nova nuvem de cinzas que as autoridades aeronáuticas britânicas (NATS) dizem ter detectado em deslocação para o espaço aéreo britânico. E, ao contrário do que diz a NATS quanto a uma intensificação da erupção, os especialistas islandeses afirmam que o vulcão parece estar a acalmar e a produzir muito menos cinzas.
Os especialistas dizem que as primeiras projecções de lava podem indicar que o vulcão vai deixar de expelir cinzas e que a nuvem, que desde quinta-feira passada está a paralisar o tráfego aéreo na Europa, se dissipe rapidamente.

Noticias sobre o mundo

Sobre o rio Tejo, ao largo de Santa Apolónia, registou-se no passado dia 15 de Abril uma tromba de água, num dia em que treze distritos de Portugal Continental e o arquipélago da Madeira foram colocados em aviso amarelo devido à previsão de chuva, trovoada e vento.
O aviso amarelo, o segundo numa escala ascendente de quatro, em termos de gravidade da situação meteorológica, foi emitido pelo Instituto de Meteorologia para todos os distritos à excepção da região norte do país, acima do distrito do Porto.
O Instituto de Meteorologia (IM) explicou à agência Lusa que uma "depressão entre o arquipélago da Madeira e o território do Continente" está a provocar grande instabilidade.
Sobre a tromba de água que se registou no rio Tejo, a meteorologista não afastou a possibilidade de o episódio se repetir, por serem "situações de muito difícil previsão". "De acordo com os registos que tivemos, [a tromba de água] formou-se e dissipou-se no rio Tejo, foi muito rápido", acrescentou.
A meteorologista explicou que este fenómeno "é igual" a um tornado, tendo uma designação diferente por ter ocorrido no mar.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Factores de degradação: o caso da Área da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica

Pisoteio: a construção de parques de estacionamento na zona posterior à duna, o campismo selvagem, a prática de actividades motorizadas e a falta de estruturas aéreas de acesso às praias são factores que levam à destruição da vegetação dunar e consequentemente aumenta por falta de protecção a vulnerabilidade da duna à acção dos agentes erosivos.


Construções: as edificações sobre as dunas constituem factor de grande erosão, porque sendo um obstáculo à movimentação constante das areias interrompe assim o seu ciclo natural de deposição e transporte (fig. 3).

Captação de água: A abertura de poços pode provocar o abaixamento do nível do lençol freático a um nível tal que não permita a vida da vegetação dunar que assim devido à sua escassez oferece menor protecção ao sistema.


Vegetação infestante: espécies alógenas aos sistemas dunares como, por exemplo, o chorão e as acácias, contribuem para a redução das espécies endógenas das dunas, que devidas às suas características fisiográficas protegem-nas da acção dos ventos.


Obras de engenharia costeira: esporões e molhes, por exemplo, são estruturas que alteram completamente as correntes costeiras, constituem obstáculos ao transporte litoral de areias (deriva litoral), que em Portugal se faz preferencialmente, de Norte para Sul, no litoral Ocidental e de, Oeste para Leste, no litoral meridional. Assim, há retenção de areias a Norte ou a Oeste, respectivamente, daquelas estruturas e com erosão acrescida a Sul e a Este. As consequências são erosão das praias e das frentes dunares.

Sobre a importância da preservação dos sistemas dunares

Os sistemas dunares ocupam cerca de 450 quilómetros da linha de costa portuguesa. Com especial importância, entre outras, refira-se a ria de Aveiro, o sector compreendido entre Tróia e Vila Nova de Milfontes, o sotavento algarvio e, em particular, a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica.
As dunas são estruturas móveis resultantes da acumulação de areias transportadas pelo vento, nas quais as plantas têm um papel fundamental no seu processo de formação. Constituem ecossistemas costeiros que estabelecem a transição entre os sistemas marinho e terrestre e são uma barreira natural de protecção à paisagem humanizada adjacente. Deste modo, devem ser protegidas.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Evolução da qualidade da água



Pode constatar-se uma evolução positiva da qualidade das águas balneares nacionais, tendo-se verificado um esforço, significativo, no sentido de garantir o cumprimento da frequência estipulada, dado ter sido muitas vezes este aspecto o responsável pela não conformidade.






Por outro lado, a melhoria da qualidade da água das praias que desde 1993 se tem vindo a verificar deveu-se também, ao controle das fontes de poluição existentes nas áreas de influência, dados os avultados investimentos a nível de implementação de infra-estruturas de tratamento de águas residuais e uma gestão equilibrada a nível do ordenamento com a entrada em vigor dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC).

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Qualidade das águas balneares

Entidades envolvidas


Qualidade das águas balneares

Enquadramento legislativo

A qualidade das águas balneares é, em termos do direito comunitário, regido pela Directiva 76/160/CEE de 8 Dezembro de 1975, que foi inicialmente transposta para o direito nacional em 1990 pelo Decreto-Lei 74/90 de 7 de Março, posteriormente revogado pelo Decreto-Lei 236/98 de 1 de Agosto. Após pedido de derrogação por parte de Portugal, esta directiva entrou em vigor apartir de 1993.
De acordo com as disposições da directiva as autoridades competentes, em cada Estado Membro, deverão estabelecer e implementar programas de monitorização nas zonas balneares designadas para esse efeito junto da Comissão, ou naquelas que se pretende vir a designar. O programa de monitorização assenta nos seguintes requisitos:


• a amostragem começa duas semanas antes do início da época balnear, que decorre de 1 de Junho a 30 de Setembro de cada ano; a recolha de amostras deve continuar durante toda a época balnear, com uma frequência mínima quinzenal;


• a classificação das zonas balneares é realizada de acordo com os resultados do controlo analítico de alguns parâmetros; são eles os parâmetros bacteriológicos - coliformes totais e coliformes fecais - e os parâmetros físico-químicos - óleos minerais, substâncias tensioactivas e fenóis.

O critério de avaliação da conformidade classifica as zonas balneares em 5 grupos:







A classificação obtida através da aplicação da directiva é ainda usada no processo de candidatura ao galardão Bandeira Azul Europeia. Esta atribuição indica a excelente qualidade ambiental de uma zona balnear e promove turisticamente o concelho onde está inserida.

qualidade das águas balneares

Introdução


A costa portuguesa estende-se por muitos quilómetros, contando com vastos areais e belas paisagens que combinados com o clima mediterrânico tornam as praias portuguesas locais irresistíveis, onde os banhos de mar constituem uma actividade recreativa muito praticada. O mesmo acontece em algumas zonas balneares interiores.

Os requisitos necessários para garantir em segurança a utilização das zonas balneares designadas passam, não só pelos acessos, infra-estruturas e segurança das praias, mas cada vez mais pela qualidade da água que nela se observa.

A qualidade das águas balneares representa assim, não só um factor de saúde, como também um importante indicador de qualidade ambiental e desenvolvimento turístico.

Por todas estas razões, a monitorização e vigilância da qualidade destas águas é uma preocupação constante do Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

o que vai acontecer ao litoral?

(parte 3)



Quem tem a responsabilidade de elaborar os planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) ?


A promoção dos Planos de Ordena-mento da Orla Costeira - POOC - é da responsabilidade do Instituto da Água e do Instituto da Conservação da natureza.
Os Planos de Ordenamento da Orla Costeira são planos de iniciativa da Administração Central, cabendo ao Ministério do Ambiente, através do Instituto da Água (INAG) e do Instituto da Conservação da Natureza (ICN), a sua promoção.
Os processos de elaboração dos POOC é acompanhado por uma Comissão Técnica de Acompanhamento constituída para o efeito, que envolve diversas entidades, que desta forma garantem a defesa dos vários interesses e pontos de vista bem como a articulação com outros planos, programas e projectos.












o que vai acontecer ao litotal?

(parte 2)

O que são os Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) ?

Os POOC privilegiam uma intervenção integrada no litoral. Este é um bem público que deverá ser preservado e gerido com base em imperativos da conservação e protecção da natureza, considerando em simultâneo a sua grande procura para os diferentes usos.



Os POOC têm como objectivos:

O ordenamento dos diferentes usos e actividades específicas da orla costeira.
• A classificação das praias e a regulamentação do uso balnear.
• A valorização e qualificação das praias consideradas estratégicas por motivos ambientais ou turísticos.
• O desenvolvimento das actividades específicas da orla costeira.
• A defesa e conservação da natureza.

Preocupamo-nos especialmente com:

• A protecção da integridade biofísica do espaço.
• A valorização dos recursos existentes na orla costeira.
• A conservação dos valores ambientais e paisagísticos (Dunas, Estuários, Falésias).

o que vai acontecer ao litotal?

(Parte 1)

As áreas do litoral compreendem sistemas de grande sensibilidade e fragilidade. Num curto espaço de tempo pode ser destruído um bem que é de todos e que representa um valor único para as gerações actuais e futuras.



Os Planos de Ordenamento da Orla Costeira POOC - abrangem uma faixa ao longo do litoral compreendendo terrenos do domínio público marítimo e do domínio privado.

As propostas decorrentes destes Planos, privilegiam a utilização pública das áreas do domínio público, procurando articular os interesses privados e locais com os imperativos decorrentes da necessidade de protecção e conservação do litoral, numa perspectiva integrada e global. As áreas degradadas existentes ao longo do litoral serão objecto de programas de reabilitação a par de intervenções vocacionadas para os aspectos de conservação, protecção e valorização do litoral (consolidação de arribas, recuperação e renaturalização de sistemas dunares, manutenção de obras marítimas, etc.). As áreas de risco potenciais estão identificadas e são equacionadas as medidas com vista a evitar o agravamento da situação actual. As praias balneares serão objecto de um ordenamento que se irá traduzir na requalificação de algumas estruturas existente, na demolição de outras e ainda pela criação de alguns apoios de praia de modo a proporcionar aos utentes condições de segurança e qualidade. Os aspectos da qualidade das águas balneares também foram equacionados, prevendo-se a concretização de soluções de saneamento básico, para este efeito.

Zona costeira - Lourinhã (continuação)




Obras de suporte das arribas


No passado ano de 2008 a câmara municipal da Lourinhã lançou as obras de consolidação da arriba, da frente de mar da Praia da Areia Branca e da Foz do rio Grande. Um investimento de 4 milhões de euros, mas será que valeu a pena?
O exmo Sr. vereador do sector do ambiente da câmara da Lourinhã adiantou que relativamente ao casal dos patos as obras serão da responsabilidade do instituto da água (INAG), enquanto que as restantes obras ficam a cargo da câmara.

" Toda a frente de mar vai ficar segura", assegurou á agência lusa, João Duarte, vereador do sector do ambiente referindo-se á consolidação das arribas da PAB.

Será que estamos mesmo seguros? Será que mesmo depois das obras, não corremos riscos de ver a nossa integridade física e os nossos bens ameaçados?

Veremos...

"se não defendermos a natureza, ela acabará por se defender sozinha... e quando isso acontecer o maior lesado será o Homem!"

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Atenção!


Zona costeira - Lourinhã (continuação)





Casal dos patos --- risco geologico



A zona do casal dos patos é talvez uma das zonas costeiras do concelho da Lourinhã que apresenta maior risco no que diz respeito à integridade física das pessoas e à perda de bens materiais, devido à sua proximidade com as zonas balneares da Praia Da Areia Branca, para onde se deslocam todos os anos milhares de banhistas.

As arribas desta zona são constituídas por litologias brandas, como margas, argilas e arenitos com origem no jurássico superior.

O facto de as arribas serem constituídas por rochas pouco densas, facilita a erosão mais acelerada das mesmas, através dos ventos Norte (forte-moderado), próprios desta zona ou das tempestades que se verificam com o vento sul.

Por diversas vezes existiram relatos de derrocadas neste local, que poderiam afectar a integridade física do ser humano, e acabaram mesmo por causar prejuízos materiais na casa construída no topo da arriba (casa do casal dos patos).

Zona costeira - Lourinhã (continuação)





Problema --- alimentação da costa




A construção de barragens (impede a chegada de sedimentos às praias) e a retirada de areias para as actividades humanas são duas das causas do empobrecimento das praias em areias.













Foto: DoraCarolo

Na nossa zona os canhões da Nazaré e de Sintra, também são uma causa dos problemas de alimentação da costa que se têm vindo a verificar.1

A Praia da Areia Branca assim como toda a costa oeste ficam precisamente entre estes dois canhões o que faz com que não haja uma renovação tão eficiente de sedimentos, logo uma alimentação deficiente das praias.

Outra das preocupações a este nível são as obras de protecção das praias e arribas, que resolvem o problema da sedimentação deficiente num determinado local, mas acabam por agravar ainda mais esse problema em outros locais. Este tipo de obras são importantes não só para as praias mas também para as populações aí fixadas no que diz respeito ao desenvolvimento económico (ex:Portos de Pesca) mas não são as soluções ideais a longo prazo para a resolução do problema aqui falado.



1 – o canhão da Nazaré é o maior desfiladeiro submarino da Europa, tem uma extensão de cerca de 200km e chega a atingir os 5000m de profundidade.



Zona costeira - Lourinhã






Erosão e alimentação da costa


A costa é um ambiente de transição entre o continente e o oceano. Por se encontrar neste limiar, apresenta grandes índices de meteorização e erosão devido aos agentes de geodinâmica externa, como a acção mecânica das ondas e do vento.

Os rios são muito importantes no abastecimento das praias. Os rios através da meteorização e erosão nas suas margens, arrastam sedimentos e estes são seleccionados granulometricamente ao longo do rio. Os sedimentos mais grosseiros e densos não sofrem uma acção de transporte tão intensa ao longo do tempo, depositando-se a montante do rio, pelo contrário os sedimentos mais pequenos sofrem um maior transporte durante o mesmo tempo, depositando-se a jusante. Estes sedimentos iriam alimentar as praias juntamente com os sedimentos que são erodidos das arribas.



Fonte: trabalho de geologia ano lectivo 2008/2009




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Zonas Costeiras em Portugal






1.Enquadramento

O suporte biofísico da Zona Costeira portuguesa

tem especificidades próprias de que são exemplos os

estuários, os sistemas lagunares, as dunas, as arribas,

as praias, o meio hídrico marinho e os sistemas

insulares. Noutros países, os mangais, os recifes, as

calotes de gelo constituem outros suportes biofísicos

de importância considerável.

Existem ocupações, usos e actividades económicas

muito importantes à escala nacional e local que se

desenvolvem na Zona Costeira e que beneficiam

dessas especificidades biofísicas. Destacam-se as

infra-estruturas portuárias e os transportes marítimos,

o turismo e as actividades balneares e de lazer, a

náutica de recreio, as pescas, a apanha, a aquacultura

e a salicultura, bem como a utilização de recursos

minerais e energéticos.

A Zona Costeira tem uma importância estratégica

em termos ambientais, económicos e sociais. A

resolução e mitigação dos seus problemas assume

essa mesma importância estratégica no âmbito de uma

política de desenvolvimento sustentável, necessitando

de ser enquadrada numa gestão integrada e

coordenada destas áreas.

2. Conceito de Zona Costeira

Tendo em consideração a utilização, de modo

indiferenciado, das designações de “litoral, costa, faixa

costeira, faixa litoral, orla costeira, zona costeira, zona

litoral, área/região costeira”, sem existência de um

consenso quanto aos limites físicos dos seus sistemas

naturais, dos sistemas socioeconómicos e do sistema

legal, o Grupo de Trabalho que elaborou as “Bases

para a Estratégia da Gestão Integrada das Zonas

Costeiras “ adoptou os seguintes conceitos:

Litoral – termo geral que descreve porções do território

que são influenciadas directa e indirectamente pela

proximidade do mar;

Zona costeira – porção de território influenciada directa

e indirectamente em termos biofísicos pelo mar (ondas,

marés, ventos, salinidade) e que pode ter para

o lado de terra largura tipicamente de ordem

quilométrica e se estende, do lado do mar, até ao limite

da plataforma continental;

Orla costeira – porção do território onde o mar exerce

directamente a sua acção, coadjuvado pela acção eólica,

e que tipicamente se estende para o lado de terra por

centenas de metros e se estende, do lado do mar, até à

batimétrica dos 30 m (englobando a profundidade de

fecho);

Linha de costa – fronteira entre a terra e o mar;

materializada pela intercepção do nível médio do mar

com a zona terrestre.

Fazem parte das zonas costeiras os seguintes locais:

    • praias;
    • dunas litorais, primárias e secundárias;
    • arribas ou falésias e faixas de protecção;
    • faixa de protecção da zona litoral (quando não existem dunas, nem arribas) ;
    • faixa limitada pela linha da máxima preia-mar de águas vivas equinociais e a batimérica dos 30m;
    • estuários, lagunas, lagoas costeiras e zonas húmidas, englobando uma faixa de protecção;
    • ilhas, ilhéus e rochedos emersos do mar;
    • sapais ;
    • restingas ;
    • tombolos .

terça-feira, 3 de novembro de 2009


A poluição de Mares e Oceanos

Mais de 70% da superfície terrestre encontra-se coberta por água e a grande maioria corresponde a águas marinhas. Por isso os nossos mares e oceanos são um importante recurso vital. Infelizmente, a poluição marinha afecta hoje todo o mundo e, embora o oceano seja um meio de grandes dimensões chegará um dia em que perderá a sua capacidade de auto depuração.
Todos os materiais que lançamos nos ecossistemas terrestres mais cedo ou mais tarde vão parar ao mar através dos rios. Se observarmos o litoral marinho depois de uma tempestade veremos as suas águas castanhas cheias de plásticos, madeiras e todo o tipo de materiais flutuantes, isto deve-se á grande quantidade de terra e de sedimentos arrastados.
Um dos tipos de poluição marinha é a poluição invisível, por outras palavras, poluição doméstica e agrícola, grande parte chega pelos rios outra parte (metais pesados e produtos tóxicos) é mesmo deitada directamente no oceano pelas indústrias situadas na linha de costa. Esta poluição dilui-se na água e dá sensação que desaparece mas no fundo estão a acumular-se irremediavelmente nos Seres Vivos.
O tráfego petroleiro constitui uma das ameaças mais graves para o ecossistema marinho. São navios de grandes dimensões que transportam milhares de toneladas de crude. Quando um deles se afunda ocorre uma grande catástrofe ecológica. O crude que flutua á superfície da água chega até as costas impregnando as praias e rochas manchando-as de uma cor negra. Os organismos morrem envenenados quando o petróleo destrói a sua camada isoladora.
O turismo apesar de não ser considerado poluição é responsável pela deterioração dos ecossistemas marinhos de todo o mundo. A construção de prédios e urbanizações fez desaparecer grande quantidade de espécies dos locais onde anteriormente procriavam ou procuravam alimento.
Os testes nucleares são também considerados poluição marítima pois alguns países fazem-nos no interior de ilhas de corais. Estes testes são muito prejudiciais á fauna e flora dessas ilhas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Animais em vias de extinção

A extinção é um processo natural. Conforme se vá extinguido, as espécies são substituídas por outras, mais adaptadas a um determinado ambiente. Mais cedo ou mais tarde, todas as espécies se extinguem. Até os humanos poderão extinguir-se.
As plantas e os animais estão a evoluir para novas espécies. No prosseguimento deste processo, algumas espécies extinguem-se. Há milhões de anos, a Terra era habitada por espécies muito diferentes.
Dessas espécies, os mais famosos eram os dinossauros. Andavam pela Terra dezenas de milhões de anos, mas, eventualmente, extinguiram-se e foram substituídos por espécies diferentes, incluindo aves e mamíferos. No passado, havia tempos para as espécies evoluírem, ao mesmo tempo que outras se extinguiam. Contudo, durante os últimos 5.000 anos os humanos tornaram-se cada vez mais destrutivos. Perseguiram algumas espécies até à extinção e, presentemente, estão a destruir habitats.
Devido à densidade e crescimento rápido da população humana, muitas espécies de grandes mamíferos estão a ser ameaçadas, como:
1. Os elefantes,
2. Os leões,
3. Os rinocerontes
4. Os tigres.
5. A quaga (uma espécie de zebra),
6. A palanca azul,
7. O tarpan (cavalo selvagem do Tártaro),
8. A gazela ruiva
9. A preguiça-gigante

Estes são apenas alguns dos animais que foram exterminadas pelos humanos.
Os traficantes de animais procuram macacos raros, papagaios, peixes e outras espécies de vida selvagem para os venderem a jardins zoológicos e coleccionadores privados. Outra ameaça para a vida selvagem provém dos caçadores ilegais que, com armadilhas, capturam caimões e cobras, para lhes extinguirem a pele.


A Amazónia contém mais de 8.000 milhões de quilómetros quadrados de floresta tropical. A madeira vale um trilião de dólares americanos. Inclui, pelo menos 50000 espécies de plantas e 20% do número das aves conhecidas.
Cerca de um terço floresta amazónica desapareceu.

Em tempos, o panda-gigante estava muito mais espalhado, mas o seu número está a declinar devido à sua dieta especializada. Alimenta-se quase exclusivamente de folhas de bambu. Este animal, tão conhecido, é o símbolo do Fundo Mundial Para A Vida Selvagem



Lei dos 3R's

Reciclar
Quando não é possível aproveitar grande parte do valor do produto podemos tentar a terceira alternativa, ou seja aproveitar a matéria-prima que o constitui, em alguns casos para fabricar produtos idênticos, por exemplo:
1. No caso do uso de sucatas de aço para produzir perfis e chapas com características similares ao do produto original.
2. o vidro é lavado em fábricas especiais, partido em pedaços e, então, derretido para fazer vidro “novo”, pronto para a fabricação de alguma outra coisa.

Dada a grande perda de trabalho e tecnologia incorporada na maioria dos produtos quando passamos da segunda para a terceira opção, importa aqui questionar-nos se os esforços necessários à implementação das duas primeiras hipóteses estão ser encarados de forma igual à actualmente dedicada à reciclagem.
Em relação à sigla dos 3Rs, só para o terceiro R existem políticas concretas, planos e incentivos. Para a implementação do princípio da redução e para o da reutilização pouco mais se tem feito do que uma vaga campanha moral, com efeitos muito reduzidos.
Sugerem-se assim medidas concretas para que a redução de resíduos deixe de ser uma atitude meramente verbalizada mas sem consequências práticas.
Quando encontramos num pacote de plástico de iogurte o símbolo com as setas apontando para um percurso circular, sugerindo um regresso ao princípio, imaginamos que os materiais que constituem a embalagem podem ser reaproveitados para fazer uma nova embalagem, idêntica à anterior.



Contudo, para isso seria necessário em primeiro lugar que o consumidor colocasse essa embalagem num recipiente de recolha reservado aos plásticos; em segundo lugar seria necessário que a empresa de reciclagem separasse este tipo de embalagem de outras, por exemplo das garrafas de refrigerantes: existem cinco tipos principais de termoplásticos que têm de ser separados para permitir uma reciclagem em boas condições técnicas. Em terceiro lugar seria necessário remover toda a sujidade.
Apesar destes cuidados, o polímero processado não serviria para fazer uma embalagem idêntica, mas sim para produzir um objecto com menores exigências, por exemplo um vaso ou um cabide. O facto do plástico reciclado não servir para fazer uma nova embalagem idêntica à anterior, significa que novas matéria-prima obtidas a partir do petróleo, ou seja polímero novo, vão ser gastas para alimentar esta indústria de produção crescente.

Reutilizar

É necessário verificar se não é possível encontrar uma nova serventia para esse produto, em que grande parte das suas propriedades ainda possam ser rentabilizadas, por exemplo:
1. Um pneu que seja recauchutado; grande parte dos materiais usados para o seu fabrico e toda a tecnologia vão ser aproveitados, apenas se acrescentando a borracha gasta durante o seu primeiro ciclo de vida;
2. Amassar as latas de alumínio vazias e usá-las como chapa de metal.
3. Móveis com sobras de madeira
4. Usar vidros bem lavados para guardar alimentos e materiais de carpintaria e de escritório.

Reduzir

Verificar se não será possível evitar a produção do resíduo, por exemplo utilizando produtos fabricados de forma diferente, ou prolongando o tempo de vida útil do produto.
Pense cuidadosamente sobre que tipos de materiais são usados nas coisas que compramos. Uma vez que se tornam lixo, eles podem levar muito tempo para se decomporem.

Quanto tempo leva para o lixo se decompor?
• Jornal: algumas semanas
• Sapatos de couro: até 50 anos
• Caixas de papelão: vários meses
• Plástico fino: até 5 anos
• Folhas de bananeira: algumas semanas
• Pneus: desconhecido
• Sacolas de plástico: 10 a 20 anos ou até centenas de anos, dependendo do tipo de plástico
• Metais: até 50 anos
• Latas de alumínio: até 80 anos
• Garrafas de plástico: centenas de anos
• Cacos de vidro: milhares de anos

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Degradação dos ecossistemas marinhos

Os ecossistemas marinhos são riquíssimos e diversificados, funcionando como fonte de alimento e de sustento para milhares de pessoas em todo o mundo. Um dos principais problemas que atingem os ecossistemas próximos do litoral é precisamente a concentração populacional. No caso dos corais (seres frágeis e belos, próprios de águas tropicais pouco profundas e com pouco hidrodinâmico, encontrando-se uma enorme variedade de espécies marinhas à superfície, onde abunda mais oxigénio) a sua destruição é provocada pela exploração de mergulhadores e turistas que retiram material para vender ou coleccionar, mas principalmente pela poluição das águas dos próprios oceanos. Outro fenómeno recente é o branqueamento dos corais, que é atribuído a um aumento de temperatura da água provocada pelo aquecimento global. Mais de 80% da poluição oceânica vem do continente, trazida pelos rios, chuvas e ventos. Entre os principais poluente, estão: agrotóxicos utilizados em plantações, plásticos, latas , metais, madeiras, resíduos industriais como metais pesados( chumbo, mercúrio, cobre, estanho)esgotos laçados sem tratamento. Mas também existe uma elevada contaminação devido às actividades humanas no mar: óleo e petróleo derramados devido a acidentes com navios-tanque, lixo radioactivo depositado por alguns países no fundo do mar e materiais de pesca. Muitos desses poluentes trazem consequências devastadoras e irreversíveis para as cadeias alimentares. Peixes e outros animais ficam contaminados com pesticidas e resíduos industriais, transmitido para os animais de um nível trófico superior na cadeia alimentar, uma vez que o homem de encontra no topo da cadeia alimentar, este também acaba por ser contaminado, uma contaminação que é irreversível, já que os metais pesados não são eliminados do nosso organismo.

Soluções para diminuir o Aquecimento Global

- Diminuir o uso de combustíveis fósseis (gasolina, diesel) e aumentar o uso de biocombustíveis (exemplo: biodíesel) e etanol.
- Os automóveis devem ser regulados constantemente para evitar a queima de combustíveis de forma desregulada. O uso obrigatório de catalisador nos escapes de automóveis, motos e caminhões.
- Instalação de sistemas de controlo de emissão de gases poluentes nas indústrias.
- Ampliar a geração de energia através de fontes limpas e renováveis: hidroeléctrica, eólica, solar, nuclear e maremotriz. Evitar ao máximo a geração de energia através de termoeléctricas, que usam combustíveis fósseis.
- Sempre que possível, deixar o carro em casa e usar o sistema de transportes públicos ou bicicleta.
- Colaborar para o sistema de reciclagem.
- Recuperação do gás metano nos aterros sanitários.
- Usar ao máximo a iluminação natural dentro dos ambientes domésticos.
- Não praticar a desflorestação e queimadas em florestas. Pelo contrário, deve-se efectuar a plantação de mais árvores como forma de diminuir o aquecimento global.
- Uso de técnicas limpas e avançadas na agricultura para evitar a emissão de carbono.
- Construção de prédios com implantação de sistemas que visem economizar energia (uso da energia solar para aquecimento da água e refrigeração).

O que é o buraco do ozono ?

Ouve-se falar com frequência do buraco do ozono, na verdade não se trata de um verdadeiro buraco, mas sim de uma diminuição da espessura da camada.
Todos os anos, pela Primavera por cima da Antárctida reaparece o "buraco" de ozono que tem o tamanho dos E.U.A. Ao longo do ano, com as mudanças de ventos o "buraco" enche-se de ozono vindo do restante planeta, o que implica um decréscimo da espessura da camada nos outros locais.
Os causadores da diminuição da camada, já todos sabemos que tem a ver com a poluição, e desta o uso dos CFC, é o principal responsável.
Os CFC, são compostos químicos que se encontram nos gases utilizados para a refrigeração, frigoríficos e ares condicionados, assim como nos aerossóis (sprays).
Estes CFC, têm cloro na sua composição e quando atinguem a camada de ozono o cloro através dos os raios ultravioletas dissociam as moléculas de Ozono (O3)-> (O+O+O), voltando estes átomos a formar novas moléculas de O2 e não de O3), destruindo assim a camada.

O que é a camada do Ozono ?

A camada de ozono localiza-se a cerca de 20 a 45Km dos nossos pés. Quimicamente é formada por 3 átomos de oxigénio(O3).
O oxigénio da nossa atmosfera, aquele que respiramos, é formado por 2 átomos de oxigénio (O2), com os raios ultravioletas provenientes do Sol, o oxigénio pode-se separar e estes ficam livres (conhecidos como radicais livres, O) para se ligarem ao (O2), o que origina o Ozono (O2+O) = (O3).
O Ozono é a camada que nos protege dos raios ultravioletas vindos do Sol. Estas radiações provocam cancros de pele e danificam o sistema imunológico do ser humano, as pessoas tornam-se mais vulneráveis a doenças infecciosas. Calcula-se que uma diminuição de 1% na espessura da camada provocaria um aumento de 3 a 6% no aparecimento do cancro da pele.
Qualquer alteração na camada de ozono pode modificar drasticamente o clima. A camada mantém o calor, com a sua diminuição o ar arrefece mudando por completo os padrões globais do vento, tudo isto se reflecte numa alteração do clima o que por sua vez irá afectar toda a Vida do planeta Terra.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A ameaça do degelo

A maioria dos seres humanos nunca vai ver um glaciar na vida, mas a verdade é que os glaciares têm um enorme impacto em todas as formas de vida do planeta Terra. Actualmente, os glaciares cobrem cerca de 10% da superfície terrestre do nosso planeta e contêm mais de 75% do total da água existente no mundo. Caso os glaciares derretessem, o impacto ambiental e geográfico seria dramático e iria afectar a forma como iríamos viver no futuro.

O que é um glaciar?

Os glaciares são basicamente rios de gelo que alargam ou se contraem dependendo das condições ambientais como a queda de neve ou a temperatura. Os glaciares formam-se depois de a neve ficar compacta e se transformar em gelo. À medida que a neve e se torna cada vez mais compacta, forma-se uma enorme massa de gelo em movimento.
Os glaciares dependem de temperaturas baixas e podem ser vistos, não exclusivamente, perto das zonas polares da Antárctida e no Ártico. Também podemos encontrar glaciares longe dos polos em zonas montanhosas como os Alpes ou as Montanhas Rochosas onde a altitude é suficiente para a formação de glaciares.


Porque é que os glaciares se estão a derreter?

Só há uma razão para os glaciares estarem a derreter - o clima no mundo está a ficar mais quente. Mas o que está por trás deste aquecimento e das mudanças climatéricas continua uma incógnita. Enquanto alguns cientistas dizem que factores causados pelo homem, como a poluição do ar e o recurso a combustíveis fósseis, não tiveram qualquer influência no aquecimento global, a quota-parte de responsabilidade humana está a ser tema de um debate aceso. Por exemplo, entre o século XVI e o século XIX a temperatura na Terra era significativamente mais baixa do que era na Idade Média ou nos nossos dias.
Referenciada como "Pequena Idade do Gelo", as temperaturas do mundo era cerca de 1 ou 1,5 graus centígrados mais baixas do que as que temos actualmente. Temperaturas mais baixas originam uma maior formação de glaciares. Os especialistas acreditam que o facto das temperaturas estarem mais baixas durante a "Pequena Idade do Gelo" podem ter estado na origem de um maior número de erupções vulcânicas. As mudanças nas temperaturas da Terra podem ser fundamentadas em bases naturais, mas parece que as acções do homem também estão a contribuir para o aquecimento global e para o retrocesso de 160 mil glaciares em todo o mundo.
A combinação da combustão de grandes quantidades de combustíveis fósseis, como o carvão, gasóleo e gasolina, bem como a desflorestação em massa - o abate de vastas zonas de floresta - significa que há mais quantidade de CO2 no ambiente e mais calor na atmosfera, o que causa temperaturas mais altas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Global warming

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

what i've done - linkinn park

Aqui vai uma musica que expessa bem o que vivemos nos dias de hoje!

domingo, 11 de outubro de 2009

Aquecimento global




As alterações climáticas são uma realidade e são provocadas em grande parte pelo Homem.
Actualmente são libertados para a atmosfera quase o dobro dos gases responsáveis pelo Efeito de estufa (CO2, NOx(óxidos de azoto))do que nos anos 70.Nunca antes foram registados níveis tão altos. O aumento da emissão desses gases poluentes irão provocar indirectamente um aumento de temperatura, com isto a temperatura média anual do planeta também aumentará. E as consequências são tão diversas quanto dramáticas.
Todos os subsistemas terrestres são afectados (atmosfera, criosfera, hidrosfera, biosfera e geosfera.
Uma vez que os subsistemas terrestre são sistemas abertos, interagem entre si, existindo trocas de matéria e de energia, ora uma vez que um estimulo externo pode provocar desequilíbrios num dos subsistemas, todos os outros também entrarão em desequilíbrio.
Algumas das consequências mais sentidas são o aumento de temperatura dos oceanos e da atmosfera, degelos no árctico, desertificação, secas, inundações devido à subida do nível médio das águas marinhas, alterações de relevo, da circulação de correntes marítimas do Golfo, o aumento de furacões.
Para evitar a degradação de ecossistemas diversos, é necessário que o ser humano ( principal "culpado") mude de atitude abandonando a visão que tem no planeta terra como um sistema aberto, utilizando a matéria e energia do planeta como se fossem recursos infinitos; e adoptar antes um modelo de desenvolvimento sustentável, que visa a realização de das necessidades humanas actuais, sem comprometer a realização das necessidades das gerações futuras. Isto porque o Homem não pode viver sozinho no mundo, não pode apenas trabalhar consigo e para si! Proteger a nossa "casa" é um dever de todos e não apenas de alguns!

Objectivos do grupo de trabalho

O grupo da turma do 12ºB de ciências e tecnologias da escola secundária da lourinhã, escolheu o tema "protecção de zonas costeiras", uma vez que a zona em que vivemos( concelho da lourinhã) tem uma vasta costa maritima, infelizmente ameaçada por diversos factores naturais e humanos,encontrando-se de momento num elevado estado de degradção.
O facto de vivermos numa zona costeira e de nos depararmos com tal estado de degradação, incentivou-nos a saber e a prestar mais atenção ao tema, suscitando uma enorme vontade de ter um papel activo na protecção das zonas costeiras e na educação das pessoas.Sendo assim os nossos objectivos com o projecto são os seguintes:

- interferir e ter um papel activo na protecção da natureza (zonas costeiras);

- sensibilizar e educar as pessoas para o problema, de forma protegermos o ambiente mas também as pessoas;

- informar a população e reforçar o conhecimento do tema;

- colaborar com algumas instituições.


Para atingir os principais objectivos com sucesso, o grupo "protecção de zonas costeiras decidiu por concenso elaborar um blog(www.protegeacosta.blogspot.com)onde existiram jogos online relacionados com o tema ,informação acerca do mesmo e de toda a sua envolvente, musica adequada ao projecto, exposição de leis criadas para a protecção das zonas costeiras portuguesas (com a colaboração do INAG e do Instituto de concervação da natureza e biodiversidade). O grupo de trabalho também irá tentar realizar un pequeno documentário/ anuncio de sensibilização sobre a zona costeira.Por ultimo sendo o nosso projecto final, uma saída de campo(trajecto ainda a decidir), para tal esperamos contar com a colaboração de algumas instituições ainda a definir e com o apoio de professores da disciplina de biologia e geologia.


os melhores cumprimentos aos visitantes do blog

grupo " protecção de zonas costeiras"